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Fiscalização Marítima em 1886

Canhoneira Lagos.jpgCom o decreto de 9 de Setembro de 1886 a fiscalização marítima em Portugal Continental e Insular foi alterada, passando o serviço fiscal na costa a ser dirigido pelo comandante geral da Guarda Fiscal e o seu desempenho incumbido a pessoal da armada real de acordo com instruções especiais elaboradas pelo ministro da fazenda de acordo com o ministério da marinha.
Uma síntese dos meios à disposição da Guarda Fiscal bem como a forma como estavam organizados pode ser vista Aqui

 
Instalações

Desde a sua criação, a Guarda Fiscal instalou-se num dispositivo disseminado ao longo das fronteiras terrestre e marítima no Continente e em todas as designadas Ilhas Adjacentes.
Esse dispositivo foi tendo, ao longo dos anos, a evolução natural descrita no capítulo do dispositivo e ocupava instalações com duas finalidades principais:

  • Quartéis
  • Casas de habitação

Estas instalações eram na sua maior parte propriedade do Estado, outras arrendadas e ainda algumas, em situações especiais, propriedade das empresas que fiscalizava.
De salientar a utilização que durante muitos anos foi feita de fortaleza militares ao longo da costa portuguesa possibilitando a sua preservação, a rarefacção de quartéis na fronteira terrestre por extinção de subunidades provocada pela adesão de Portugal à CEE e, em termos de construção, a edificação do Centro de Instrução em Queluz, obra importantíssima que possibilitou uma evolução notável na formação dos militares da Guarda Fiscal.
 

 
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